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DE VOLTA ÀS AULAS 2013

Muito obrigado por ter-se juntado a esta causa :)

GIL SEMEDO VISITA ALDEIAS INFANTIS SOS EM CABO VERDE

Primeiro encontro com as crianças!!!

MÃE ACOMPANHADA DOS FILHOS EM SÃO VICENTE

Participamos no desenvolvimento das comunidades fortalecendo famílias empobrecidas.

MOMENTOS FAZEM FAMÍLIA

Mãe SOS acompanhada da filha na Aldeia Infantil SOS Assomada.

SEJA MADRINHA OU PADRINHO SOS

Caro cidadão: você que é uma pessoa de bom coração aceite o nosso convite. Seja Madrinha ou Padrinho SOS.

Notícias

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04/09/2014

Vencedores Concurso Literário

No âmbito das comemorações dos 30 anos da SOS em Cabo Verde, várias foram as actividades levadas a cabo. Uma delas foi o concurso literário destinado aos beneficiários dos Programas de Reforço da Estrutura Familiar, jovens e crianças das Aldeias, mães tias e colaboradores.
Depois de 4 meses eis que surgem os vencedores. A primeira classificada ficou a jovem Alícia Spínola de 17 anos, estudante de 10º ano de escolaridade, a Katiana Sofia Lopes de 10 anos, estudante do 3º ano ficou em segundo lugar e a Helga Spínola de 13 anos, estudante de 7º ano ficou em terceiro lugar. Ambas são da Aldeia Infantil SOS Assomada.

Voluntário da AIESEC estagia nas Aldeias SOS Cabo Verde

Marcelo Félix é um jovem português de 21 anos, que fez a licenciatura em Psicologia pela Universidade de Évora e está no 5º ano de Mestrado em Psicologia Aplicada pela Universidade do Minho. 
Desde 30 de Março de 2014 começou a fazer parte da Associação AIESEC, e logo a sua entrada começou a procurar lugares para fazer o estágio. Surgiu a oportunidade de vir para Cabo Verde estagiar-se nas Aldeias Infantis SOS Cabo Verde, está desde 15 de Julho está a prestar serviço voluntário com os jovens, Mães &Tias SOS e beneficiários.O SOSPRESS conversou com ele para saber mais dessa sua experiência.
SOSPRESS- Como está sendo essa experiência para si?
Marcelo Félix- Este estágio está a ser muito mais do que alguma vez pensei que fosse. Por isso é que é sempre tão difícil explicar de cada vez que me perguntam como está a ser. Dizer que estou a adorar não chega! Neste momento, eu sinto-me uma pequena peça a encaixar perfeitamente no grandioso puzzle que são as Aldeias infantis SOS e que é Cabo Verde. De facto, pelas excelentes pessoas que conheci, pelas coisas que fiz, pelos incríveis lugares que visitei, eu sinto-me completado. Ainda não terminou o meu estágio e eu já tenho saudades de tudo isto, o que é indicativo de muita coisa. Esta experiência apresentou-me a um lugar que agora sinto ser também meu. Um lugar onde me sinto bem. Onde achei um propósito. Onde quero verdadeiramente empenhar-me e deixar o meu contributo. E espero que pelo fim deste estágio, a minha marca seja percetível.
Que mais-valia trouxe para a sua vida?
MF- Imensas. Em Portugal, eu vou começar o último ano do meu mestrado em Psicologia. Por isso, este estágio foi a minha primeira grande experiência profissional dentro da minha área de estudos. Nos primeiros dias na Direção Nacional das Aldeias infantis SOS, eu não sabia muito bem o que é que eu próprio estava a fazer. No entanto, este é um lugar onde me permitiram que errasse e onde deram o apoio e o espaço para melhorar. E foi com esse apoio que me vi crescer rapidamente. Eu ainda sou novo, tenho 21 anos. Por isso, não posso esperar que vá conseguir fazer tudo como seria desejável logo à primeira tentativa. Não ter essa arrogância dá-me o espaço para evoluir. Eu sinto-me a crescer em cada conversa, com cada indicação que me dão ou pergunta que me fazem. Com esta idade, saber que estou num sítio com um espírito tão colaborativo, onde a minha opinião não só é considerada, como também procurada, é um privilégio e uma responsabilidade enormes. As Aldeias infantis SOS fizeram com que desenvolvesse uma atitude profissional e um sentido de comprometimento para com esta sua causa. Por isso não posso dar-lhes respostas monocórdicas, de “Sim”, “Não” ou “Foi bom”. Tenho de me justificar e defender sempre, e é com cada argumento que ambos crescemos. De facto, há todo um novo espírito crítico em mim, sem dúvida, a principal mais-valia que retiro deste estágio para o meu futuro.
Durante a sua estádia, Marcelo ministrou palestras sobre vários temas durante as formações de jovens e das mães e tias SOS.

27/08/2014

Jovens SOS em formação

Decorreu na Escola Secundária de Calabaceira, Praia, de 27 a 1 de Agosto a IIIª edição de formação para os Jovens SOS com idade compreendida entre 17 a 22 anos, onde participou 48 jovens. Tiveram oportunidade de  falar sobre diversos temas tais como: Técnicas de empregabilidade: elaboração de cartas pedido de emprego, requerimentos, curriculum vitae, postura de procura de emprego e contactos ou visitas institucionais, importância da formação profissional, utilidade de plano de negócio, hidropónia como oportunidade de formação e criação de autoemprego e visita ao Centro Nacional de Hidroponia em Achada São Filipe.  
Também os jovens com idade compreendida dos 14 a 16 anos estiveram na II ª edição de formação na Praia durante os dias 3 a 8 de Agosto, e abordaram temas como: importância da família biológica no processo de reinserção dos jovens, ICT4D -  uso eficiente das novas tecnologias como meio de partilha e procura de informação, métodos de estudo, gestão das matérias e controlo de motivação para estudar, importância das Aldeias SOS no plano de vida dos jovens e ainda visita a algumas instituições aqui da capital tal como Parque eólico, NOSI e Centro de Formação Profissional da Variante.
participaram no total 42 jovens.

Mães & Tias terminam formação com sensação de dever cumprido

Terminou na Praia V edição  da Formação Capacitação das Mães & Tias SOS que durante quatro (11 a 14 de Agosto) na Residência Estudantil Madre Teresa de Calcutá. Formação essa que tinha como objectivo equipar as mães, tias e demais participantes, enquanto prestadores de cuidados directo às crianças, com ferramentas adequadas que lhes permitem, continuar a prestar cuidado de qualidade às crianças e jovens sob sua responsabilidade. Também foi dado  particular enfâse, ao trabalho com as famílias de origem dos beneficiários. no final da formação as mães e tias estavam contentes e satisfeitas com os 4 dias de formação que tiveram.
Para a mãe Paulina de Fátima Ferreira, da Aldeia Infantil SOS São Domingos que este ano é a sua 5ª participação disse que "sinto que depois dessa formação vou estar mais preparado para trabalhar com as minhas crianças, principalmente com a Daniela que é deficiente, foi nos ministrados vários temas interessantes, que nos possibilita ganhar novos conhecimentos. Também pudemos conviver com as mães e tias da Aldeia Infantil SOS Assomada, que muitas delas só nos vêemos durantes as formações".
Para a Tia Ângela Fernandes, que actualmente está na Aldeia Infantil SOS Assomada, e que participa nestas formações pela primeira vez disse que" gostei de participar nesta acção de formação,  pude conviver com as outras mães e tias da Aldeia Infantil SOS São Domingos, e os temas que foram ministrados foram interessantes". 
De salientar que foram ministrados diversos temas tais como: Directrizes para o Cuidado Alternativo de crianças e Reunificação familiar, Família e Direitos da Criança, Técnicas de abordagem à família, apresentação do Plano Estratégico SOS etc.

20/08/2014

Mães e tias das Aldeias Infantis SOS debatem reunificação familiar

As mães e tias das Aldeias Infantis SOS de Cabo Verde encontram-se reunidas na Cidade da Praia para falar da reunificação familiar e reforçar as suas capacidades no trabalho com a família biológica das crianças. O encontro, que decorre do dia 11 até quinta-feira, 14 de Agosto é orientado pela Social Worker da Aldeia Infantil SOS São Domingos, Pedro Monteiro, que explicou que durante os quatro dias, as 31 formandas vão trocar as suas experiências nos vários domínios. “Queremos que as mães e tias tenham capacidades reforçadas no domínio de trabalho com a família de origem das crianças que cuidam, e, por outro lado, reforçarem as relações interpessoais entre as participantes”, disse. De acordo com Pedro Monteiro, durante a formação, que tem como tema “Família e a reunificação familiar”, vai mostrar as mães e tias que o melhor lugar da criança é na família, mas que existem casos em que essas crianças não encontram cuidados que precisam no seio da sua família e são acolhidas pelas Aldeias Infantis SOS. “Tem que haver todo um trabalho feito com a própria família de origem, tendo em conta o regresso das crianças ao seio da sua família biológica que é o melhor lugar para o seu desenvolvimento”, frisou. Entretanto, apesar de cada mãe nas Aldeias Infantis SOS cuidar de oito crianças e oriundas de famílias diferentes, ele afirma que os desafios que essas mães têm são “normais” numa família que quer educar a sua criança. As Aldeias Infantis SOS Cabo Verde comemoram, este ano, 30 anos da sua existência no país e conta com duas Aldeias, sendo uma na Assomada e outra em São Domingos, além de um Centro Social, em São Vicente, e mais oito Centros de Intervenção Comunitária.

18/08/2014

Empresa Vaidosa D mais assina protocolo com Aldeias Infantis SOS Cabo Verde

As Aldeias Infantis SOS de Cabo Verde assinaram na tarde hoje um protocolo com a empresa Vaidosa D mais, visando a eficácia e melhoria das intervenções sociais e educativas desenvolvidas pelas Aldeias.
De acordo com o documento, a empresa do ramo da moda compromete-se a associar a sua imagem às causas dessa instituição de solidariedade que trabalha com as crianças vulneráveis, tendo em vista a mobilização de mais pessoas para apoiar as crianças.
Nadine Fortes, gerente da empresa, adiantou que a marca Vaidosa de D mais tem tido um elevado número de seguidores, tanto a nível nacional como na diáspora, e, por isso, acredita que, ao associar a sua imagem como mãe, mulher, empresária e madrinha das aldeias SOS, ela possa influenciar quem a segue a juntar-se à iniciativa e apoiar a causa.
“Depois de visitar a Aldeia que dei conta da dimensão do vosso trabalho. Agora mais do que nunca, não medirei esforços para conseguir ajudar a angariar padrinhos e madrinhas e ajudar no que for possível para continuar a dar apoio as crianças das Aldeias”, explicou Nadine Fortes.
Por seu lado, o Director Nacional das Aldeias SOS, Dionísio Pereira, agradeceu o gesto da madrinha e disse esperar que esse protocolo sirva de elemento motivador para mobilização de mais pessoais, mais organizações no apoio às campanhas de angariação de fundos que a instituição desenvolve.
As Aldeias Infantis SOS Cabo Verde tem um total de mais de mil beneficiários entre crianças e famílias e conta actualmente com cerca de 900 padrinhos.
A primeira Aldeia SOS de Cabo Verde abriu em 1984, na cidade de Assomada.